A rede cai na hora errada
Sábado de manhã, fila no balcão. É quando o link oscila e o sistema em nuvem puro simplesmente para.
Agendar demonstração
Um sistema pdv que trata queda de rede como rotina, não como incidente: a venda entra numa fila local, o cupom aparece na tela e a sincronização é feita de um jeito que a mesma venda nunca entra duas vezes.
A fila cresce, o operador pede desculpa e a venda vai para o papel — para ser digitada depois, com erro. O prejuízo não é o minuto sem rede: é a venda que não voltou.
Sábado de manhã, fila no balcão. É quando o link oscila e o sistema em nuvem puro simplesmente para.
Trocou de tela, faltou luz, travou o navegador — e o carrinho montado se perde inteiro.
Sem busca por código de barras e sem atalho, cada item é um formulário. A fila sente.
É aqui que um sistema pdv offline se separa de uma promessa: não basta guardar a venda; é preciso garantir que ela não entre duplicada quando a rede volta.
As operações entram numa fila no próprio caixa e sincronizam sozinhas quando a internet volta, com indicador de status na tela.
Cada operação leva uma identificação única. Se o caixa sincronizar duas vezes, a venda continua sendo uma.
A venda em andamento é salva sozinha e recuperada depois. Travou? Você volta de onde parou.
Um sistema frente de caixa bom se mede em segundos por item, não em quantidade de tela.
Também por código ou nome, com cache local e produtos em destaque. Favoritos e estatísticas do dia na mão.
Nova venda, finalizar, buscar produto, buscar cliente e ajuda — sem tirar a mão do teclado.
Seleção por nome ou CPF com cache dos recentes, múltiplas formas de pagamento e natureza fiscal na finalização.
Num sistema pdv completo a nota não é um passo separado: sai da própria venda, e não depende da impressora térmica estar viva.
Ao finalizar, o cupom aparece na hora, direto do emissor. O PDF fica guardado na nuvem, recuperável a qualquer momento.
A saída acontece no mesmo movimento. Não existe conferência paralela para descobrir o que saiu.
O que entrou pelo caixa aparece no saldo do dia, sem ninguém relançar em outra tela.
Um sistema pdv para loja, um sistema pdv para agropecuária ou um sistema pdv para petshop usam a mesma tela: o que muda é o cadastro de produto e a regra fiscal da operação. Vale igual para sistema pdv para distribuidora de bebidas com venda de balcão, e para sistema para supermercado pdv.
Atenção ao que é e ao que não é. A fila offline é do PDV — o resto do sistema precisa de conexão. PDV e NFC-e são módulos liberados conforme contratação, e a emissão fiscal depende de certificado digital válido e habilitação junto ao provedor.
Respostas diretas, sem rodeio. O resto a gente vê na demonstração.
Não, e é importante deixar claro: a fila offline é do PDV. Se a internet cair, o caixa continua vendendo e sincroniza depois. As outras telas do sistema — financeiro, fiscal, estoque, CRM — precisam de conexão.
Não. Cada operação da fila leva uma identificação única, e o servidor trata a sincronização de forma idempotente: a mesma venda nunca entra duas vezes, mesmo que o caixa envie em duplicidade.
O DANFCE aparece na tela assim que a venda é finalizada, e o PDF fica guardado na nuvem. Você recupera a qualquer momento sem depender da impressora térmica.
O PDV roda no navegador, com busca por código de barras e atalhos de teclado. O que é equipamento — leitor, impressora, gaveta — depende do que a sua loja já tem; a gente confere isso na demonstração antes de você contratar.
Conversa: é o mesmo sistema e o mesmo dado. A venda baixa o estoque e aparece no saldo do dia, sem exportação nem relançamento.
15 minutos, com quem entende de frente de caixa. Sem cartão de crédito, sem compromisso.