A emissão é manual
Cem parcelas viram cem operações. Quem emite não faz mais nada naquela manhã.
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Um sistema de cobrança em que emitir, enviar, conciliar e cobrar são o mesmo fluxo. A geração roda em segundo plano, o retorno do banco baixa o que foi pago, e o que ficou vencido aparece por cliente e por vendedor.
O boleto sai no site do banco, um por vez. O cliente diz que não recebeu. E a conta de quem está vencido só fecha quando alguém senta para somar.
Cem parcelas viram cem operações. Quem emite não faz mais nada naquela manhã.
Sem envio automático e sem registro, a conversa vira a palavra de um contra a do outro.
O vencido existe, mas espalhado. Ninguém vê por cliente nem por vendedor antes do estrago.
Um sistema para emitir boleto em volume não pode travar a tela: a geração vai para a fila e você continua trabalhando.
Centenas de uma vez, gerados em segundo plano. Você clica, continua atendendo e recebe o aviso quando fica pronto.
A emissão pode ser agendada, e a movimentação — baixa, cancelamento, alteração — acontece pela própria tela.
Campos e leiaute ajustados por banco, para o boleto sair do jeito que o seu convênio exige.
Um sistema de cobrança automatizado resolve o "não recebi" tirando a entrega das mãos de alguém.
O boleto vai para o cliente assim que é gerado, sem ninguém anexar arquivo em mensagem.
As campanhas e as automações do módulo de WhatsApp servem para lembrar vencimento, com ritmo de envio anti-bloqueio. Sujeito às políticas da plataforma.
Contrato recorrente gera a conta e a nota por parcela, com reajuste aplicado sozinho — a cobrança que se repete não depende de lembrete humano.
É o passo que a maioria dos sistema de automação de cobrança deixa para o operador: casar o que o banco pagou com o que o sistema devia.
O arquivo de retorno entra e baixa o que foi pago. O que não casou fica visível, em vez de sumir.
Operações bancárias e status de cada boleto, sem depender de abrir o internet banking para saber.
O recebimento aparece no financeiro no mesmo movimento. Não existe relançamento.
A gestão de cobrança é uma tela só, com filtro por empresa, cliente, vendedor, projeto e situação — todas ou só as vencidas —, ordenação e exportação para Excel e PDF.
"Quem está vencido na carteira do João?" é um filtro, não um relatório encomendado.
A inadimplência deixa de ser um número do financeiro e vira assunto de quem vendeu.
A lista sai do jeito que a reunião precisa, sem alguém montar planilha à parte.
Conforme contratação. O módulo de boletos é liberado por contrato e depende do convênio de cobrança com o seu banco. As funcionalidades de WhatsApp são módulo à parte e estão sujeitas às políticas da plataforma.
Respostas diretas, sem rodeio. O resto a gente vê na demonstração.
A geração é em lote e roda em segundo plano, justamente para não travar a tela em volume alto. Você dispara, continua trabalhando e é avisado quando termina.
Recebe por e-mail, automaticamente, assim que o boleto é gerado. Para lembrar o vencimento pelo WhatsApp, você usa as campanhas e as automações do módulo de WhatsApp, com ritmo de envio anti-bloqueio.
O arquivo de retorno do banco entra no sistema e baixa o que foi pago. O que não casou continua visível na gestão de cobrança, em vez de se perder entre o extrato e a planilha.
O boleto é personalizável por banco, em campos e leiaute. O que determina se funciona é o convênio de cobrança que a sua empresa tem com a instituição — a gente confere o seu caso na demonstração antes de prometer prazo.
Dá. O painel de gestão de cobrança filtra por empresa, cliente, vendedor, projeto e situação, com ordenação e exportação para Excel e PDF.
15 minutos, com quem entende de cobrança. Sem cartão de crédito, sem compromisso.